As cidades chegaram ao seu limite e agora todos buscamos soluções. Precisamos fazer escolhas decisivas e mudar de rumo com certa urgência e isto causa ansiedade. Causa também confusão. A mais comum é achar que ciclovias vão resolver o problema do trânsito e das cidades, fazendo com que mais pessoas adotem a bicicleta como meio de transporte. Ciclovias são apenas parte da solução.
Por que há pouco uso de bicicletas nas grandes cidades brasileiras? Identificamos três causas:
insegurança no trânsito;
falta de infra-estrutura;
por resistência pessoal.
As ciclovias solucionam a falta de segurança e de infra-estrutura, mas apenas em parte. Para melhorar a segurança, por exemplo, é preciso também educação, fiscalização e punição.
.Da mesma forma, pouco adianta construir vias exclusivas para bicicletas se não há bicicletários adequados e seguros para estacioná-las no local de destino.Ciclovias pensadas fora de um planejamento cicloviário são apenas vias de lazer ou esporte e vão contribuir minimamente para melhorar o trânsito engarrafado das metrópoles. Pior que isto, se mal planejadas, mal construídas ou mal conservadas – vício comum em nosso país – podem até aumentar o número de acidentes envolvendo bicicleta. Incrementar o uso da bicicleta pode reduzir o uso excessivo de automóveis, com isto minimizar o efeito estufa e diminuir problemas urbanos como sedentarismo, estresse, engarrafamentos e sobretudo uso das verbas públicas para beneficiar apenas uma classe, os donos de carros. Mas para fazer crescer o uso da bicicleta é preciso atuar em frentes distintas.
Além de pressionar os governos para aumentarem a infra-estrutura cicloviária, temos que fortalecer ainda mais as campanhas educativas e de conscientização. Com elas, podemos reduzir a violência, abrandar a discriminação social contra os biciclistas e enfraquecer o preconceito contra a bicicleta até reduzi-lo a zero. Com ações diretas, podemos atuar diretamente junto às pessoas que são até simpáticas à bicicleta, mas na prática, oprimidas pela automovelcracia, demonstram resistência ao uso da bicicleta como veículo de transporte no dia-a-dia para ir e voltar ao trabalho, escola, compras. Todas estas idéias estão estruturadas no diagrama “Uso da Bicicleta: árvore do problema“, disponível na página da Transporte Ativo. ( link ao lado )
O conceito de árvore do problema é uma metodologia simplificada de planejamento estratégico situacional que identifica um problema e relaciona suas causas e efeitos em um fluxograma, de forma a mapear os pontos críticos onde se deve atuar para solucionar o problema com o menor esforço e o melhor resultado possível.
Fonte: blog.transporteativo.org.br
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Fundação da UCB - União de Ciclistas do Brasil
III Encontro Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta
23 a 25 de Novembro - Rio de Janeiro – Brasil
Fundação da UCB - União de Ciclistas do Brasil
Resultado
O encontro, que aconteceu nos dias 23 a 25 de Novembro de 2007, no Rio De Janeiro, foi um sucesso. Foram aproximadamente 80 presentes e 37 sócios fundadores.
Estavam representadas no Rio diversas organizações, dentre elas: Viaciclo, Transporte Ativo, MTB-BH, Rodas da Paz, ABC, Bikecicloverde, Associação dos Ciclistas de São Vicente, ANTP, I-CE, Fietsersbond, Bicicleta Livre, Bicicletada SP, Bicicletada Curitiba, FECIERJ entre outras.Acima de tudo foi um evento que “desvirtualizou” vários amigos de diversas partes do país. Foram dois dias intensos. Com destaque para as palestras da Mirian da Fietsersbond que além de nos rechear de informações ainda distribuiu adesivos, folhetos, bandeirinhas e bicicletinhas de plástico coloridas. Tivemos também uma maravilhosa palestra de Ricardo Montezuma da Fundacion Ciudad Humana e anda fomos brindados com a presença de Paolo Pueles do projeto peruano Zoom e ainda apresentações de vários grupos braisleiros.
Está sendo Criado um Fórum, em breve mais notícias.
Diretoria eleita
Presidente: Claudilea PintoDiretoria: Eric Ferreira e Zé Lobo
Conselho:Denir Miranda - Centro OesteHumberto Guerra - SudesteGiselle Xavier - SulFabrício Lacerda - Nordeste
23 a 25 de Novembro - Rio de Janeiro – Brasil
Fundação da UCB - União de Ciclistas do Brasil
Resultado
O encontro, que aconteceu nos dias 23 a 25 de Novembro de 2007, no Rio De Janeiro, foi um sucesso. Foram aproximadamente 80 presentes e 37 sócios fundadores.
Estavam representadas no Rio diversas organizações, dentre elas: Viaciclo, Transporte Ativo, MTB-BH, Rodas da Paz, ABC, Bikecicloverde, Associação dos Ciclistas de São Vicente, ANTP, I-CE, Fietsersbond, Bicicleta Livre, Bicicletada SP, Bicicletada Curitiba, FECIERJ entre outras.Acima de tudo foi um evento que “desvirtualizou” vários amigos de diversas partes do país. Foram dois dias intensos. Com destaque para as palestras da Mirian da Fietsersbond que além de nos rechear de informações ainda distribuiu adesivos, folhetos, bandeirinhas e bicicletinhas de plástico coloridas. Tivemos também uma maravilhosa palestra de Ricardo Montezuma da Fundacion Ciudad Humana e anda fomos brindados com a presença de Paolo Pueles do projeto peruano Zoom e ainda apresentações de vários grupos braisleiros.
Está sendo Criado um Fórum, em breve mais notícias.
Diretoria eleita
Presidente: Claudilea PintoDiretoria: Eric Ferreira e Zé Lobo
Conselho:Denir Miranda - Centro OesteHumberto Guerra - SudesteGiselle Xavier - SulFabrício Lacerda - Nordeste
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Segurança no Trasinto: Para Ciclistas, Motoristas e Pedestres!
Antes de pensarmos na bicicleta como transporte urbano alternativo e seus benefícios ao Meio Ambiente, ao tráfego de veículos, à saúde e outros, precisamos nos preocupar com um fator importantíssimo e, que se levado a sério, será sem dúvida um grande contribuidor para o sucesso desta iniciativa: Segurança no Transito; afinal, não queremos que as pessoas saiam nas ruas com suas bicicletas pagando por isto, com a própria vida e integridade física.
Pedalar no trânsito parece impossível para muitos, principalmente para quem mora em cidade grande. Será mesmo? Se isto é verdade, por que tem aumentado o número de ciclistas nas ruas? O que é verdade ou imaginação sobre segurança no trânsito? Segurança no trânsito é estabelecida a partir de números, estatísticas, encontrados através de pesquisas realizadas com base científica, que dizem de fato o que é seguro, perigoso ou inseguro para o condutor de um veículo, pedestre ou qualquer outro que esteja participando do trânsito. O resto é imaginação (ou ficção) popular, e esta sim, costuma ser perigosa.Normalmente, quando acontece um acidente a história corre de boca em boca, e em pouco tempo parecerá que houve um acidente em cada esquina e a cada minuto. Mesmo depois de muito tempo, um acidente sempre é uma conversa interessante. O que foi um tombo causado por um susto acaba se transformando num coitado sob as rodas de um ônibus. É como no caso dos aviões: há em média 2 (sim, dois!) acidentes para cada milhão de decolagens, o que transforma o avião no meio de transporte mais seguro existente. Mesmo assim só se fala nos que se esborracharam. Detalhe: nestes dois raríssimos acidentes não necessariamente houve morte, nem um arranhão sequer (o avião apenas pousou de barriga). A imensa maioria dos ciclistas pedala sem sofrer acidentes de trânsito! O fato é que as pessoas se apegam a certas verdades muito mais para evitar a possibilidade de mudanças em suas vidas do que para qualquer outra coisa. "Vai que pedalar é muito mais seguro que imagino, eu vou ter que assumir que estava errado todo este tempo". O que é novo é estranho e traz receios. Para quem pedala pela primeira vez no trânsito a situação pode parecer assustadora. Só nos conscientizamos que a maioria dos perigos são imaginários com a convivência, a prática.Trânsito é previsível, tem lógica, responde à física. Há uma parte psicológica? Sim, mas esta também é previsível. Todo acidente é causado por um erro, uma falha. Se não houver erro ou falhas, não haverá acidente. É óbvio, parece uma afirmação óbvia, mas não é, muito pelo contrário. Quem compreende esta verdade, entende o que é segurança no trânsito e praticamente zera a possibilidade de um acidente.
Condutas para o ciclista em qualquer lugar:
1. Utilize sempre as ciclovias ou ciclo-faixas onde elas existirem.
2. seja educado
3. obedeça as leis de trânsito
4. sempre sinalize suas intenções
5. use roupas claras ou chamativas
6. mantenha os refletores limpos
7. evite ruas e avenidas movimentadas
8. mantenha-se à direita e na mão de direção
9. não faça zig-zag: procure pedalar mantendo uma linha reta
10. aprenda a ouvir o trânsito
Seguindo umas poucas regras básicas o risco de acidente cai praticamente a zero. Sempre haverá possibilidade de alguma tensão ou conflito, mas será bem mais difícil a ocorrência de um acidente. O importante é você entender que, enquanto pedala e conduz a bicicleta, você é um ciclista, e não um motorista ou motociclista. Bicicleta acelera, mantém a velocidade e desacelera de uma maneira completamente diferente de qualquer veículo motorizado. Por causa disto a relação do ciclista com o trânsito tem suas particularidades que tem ser respeitadas.
Mais da metade dos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas são responsabilidade do próprio ciclista.
Fatos
1. acredite no que é científico; tome cuidado com o que falam por aí
2. mais de 50% dos acidentes são de responsabilidade do próprio ciclista
3. 95% dos acidentes envolvendo ciclistas acontecem em cruzamentos
4. em menos de 1% dos acidentes o ciclista sofre uma colisão traseira
5. pedalar na contra-mão aumenta muito a possibilidade de acidente com sequelas graves ou morte
6. ciclista que veste roupas claras ou chamativas e sinaliza suas intenções, diminui sensivelmente a possibilidade de acidente
7. boa parte dos acidentes são causados por falha na manutenção da bicicleta
Se sua habilidade com a bicicleta não é boa e você tem que cruzar uma via muito perigosa ou cheia de obstáculos, cruze a pé, empurrando a bicicleta.
A relação com o motorista
1. quanto espaço ele precisa para frear?
2. para onde ele está olhando?
3. olho no olho do motorista ou pedestre
4. se não é possível ver o olho do motorista, olhe para as rodas dianteiras do carro
5. tente antecipar a reação do trânsito: olhe longe, pense adiantado
6. cuidado com portas de carro se abrindo
O que nunca se deve fazer
1. nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado
2. não pedale onde o motorista não o pode ver
3. nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos
4. nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus
5. não pedale muito próximo do meio fio
6. não fique olhando para trás, preocupe-se com o que vem pela frente
7. não use walk-man
Precauções
1. pedale de forma que seu comportamento transmita segurança aos outros
2. só olhe para trás quando for realmente necessário
3. em descidas fortes, evite deixar a bicicleta correr demais
4. cuidado com mudanças de piso e suas diferentes aderências
5. tampas de bueiro em aço ou sinalização pintada no solo quando molhadas escorregam muito
6. com chuva ou chão escorregadio diminua a velocidade
7. com chuva a visibilidade de todos fica prejudicada
8. esteja sempre com a marcha correta engatada. Antes de parar a bicicleta nos cruzamentos engate uma marcha que lhe permita arrancar rápido.
9. Respeite o pedestre, sempre
Para o motorista
1. faixas de rodagem são calculadas para a passagem de um veículo por vez
2. a maioria dos motoristas não pedala, portanto não sabe como a bicicleta se comporta em movimento
3. a diferença de velocidade entre uma bicicleta e um automóvel é grande e o tempo de reação do motorista é baixo
4. motoristas precisam prestar atenção em muita coisa ao mesmo tempo. A bicicleta é visualmente o menor dos veículos no trânsito, portanto o mais difícil de ser percebido
5. motoristas de qualquer veículo grande não tem uma boa visibilidade externa, portanto o ciclista deve guardar distância
6. um carro ou uma moto freiam mais rápido que uma bicicleta
7. a bicicleta desaparece no ângulo formado pela coluna de um carro
Para o pedestre e outros
1. pedestres tem prioridade sobre ciclistas. Lembre-se que você também é um pedestre. Respeite para ser respeitado
2. um pedestre pode mudar de direção de maneira muito brusca. Aproxime-se devagar, avisando sua chegada e passe guardando distância
3. patins e skates também mudam de direção muito rápido
4. cachorros e gatos tem reações inesperadas. Evite assustá-los
5. próximo a árvores pode haver raízes perigosas
Fonte: Escola de Bicicleta
Pedalar no trânsito parece impossível para muitos, principalmente para quem mora em cidade grande. Será mesmo? Se isto é verdade, por que tem aumentado o número de ciclistas nas ruas? O que é verdade ou imaginação sobre segurança no trânsito? Segurança no trânsito é estabelecida a partir de números, estatísticas, encontrados através de pesquisas realizadas com base científica, que dizem de fato o que é seguro, perigoso ou inseguro para o condutor de um veículo, pedestre ou qualquer outro que esteja participando do trânsito. O resto é imaginação (ou ficção) popular, e esta sim, costuma ser perigosa.Normalmente, quando acontece um acidente a história corre de boca em boca, e em pouco tempo parecerá que houve um acidente em cada esquina e a cada minuto. Mesmo depois de muito tempo, um acidente sempre é uma conversa interessante. O que foi um tombo causado por um susto acaba se transformando num coitado sob as rodas de um ônibus. É como no caso dos aviões: há em média 2 (sim, dois!) acidentes para cada milhão de decolagens, o que transforma o avião no meio de transporte mais seguro existente. Mesmo assim só se fala nos que se esborracharam. Detalhe: nestes dois raríssimos acidentes não necessariamente houve morte, nem um arranhão sequer (o avião apenas pousou de barriga). A imensa maioria dos ciclistas pedala sem sofrer acidentes de trânsito! O fato é que as pessoas se apegam a certas verdades muito mais para evitar a possibilidade de mudanças em suas vidas do que para qualquer outra coisa. "Vai que pedalar é muito mais seguro que imagino, eu vou ter que assumir que estava errado todo este tempo". O que é novo é estranho e traz receios. Para quem pedala pela primeira vez no trânsito a situação pode parecer assustadora. Só nos conscientizamos que a maioria dos perigos são imaginários com a convivência, a prática.Trânsito é previsível, tem lógica, responde à física. Há uma parte psicológica? Sim, mas esta também é previsível. Todo acidente é causado por um erro, uma falha. Se não houver erro ou falhas, não haverá acidente. É óbvio, parece uma afirmação óbvia, mas não é, muito pelo contrário. Quem compreende esta verdade, entende o que é segurança no trânsito e praticamente zera a possibilidade de um acidente.
Condutas para o ciclista em qualquer lugar:
1. Utilize sempre as ciclovias ou ciclo-faixas onde elas existirem.
2. seja educado
3. obedeça as leis de trânsito
4. sempre sinalize suas intenções
5. use roupas claras ou chamativas
6. mantenha os refletores limpos
7. evite ruas e avenidas movimentadas
8. mantenha-se à direita e na mão de direção
9. não faça zig-zag: procure pedalar mantendo uma linha reta
10. aprenda a ouvir o trânsito
Seguindo umas poucas regras básicas o risco de acidente cai praticamente a zero. Sempre haverá possibilidade de alguma tensão ou conflito, mas será bem mais difícil a ocorrência de um acidente. O importante é você entender que, enquanto pedala e conduz a bicicleta, você é um ciclista, e não um motorista ou motociclista. Bicicleta acelera, mantém a velocidade e desacelera de uma maneira completamente diferente de qualquer veículo motorizado. Por causa disto a relação do ciclista com o trânsito tem suas particularidades que tem ser respeitadas.
Mais da metade dos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas são responsabilidade do próprio ciclista.
Fatos
1. acredite no que é científico; tome cuidado com o que falam por aí
2. mais de 50% dos acidentes são de responsabilidade do próprio ciclista
3. 95% dos acidentes envolvendo ciclistas acontecem em cruzamentos
4. em menos de 1% dos acidentes o ciclista sofre uma colisão traseira
5. pedalar na contra-mão aumenta muito a possibilidade de acidente com sequelas graves ou morte
6. ciclista que veste roupas claras ou chamativas e sinaliza suas intenções, diminui sensivelmente a possibilidade de acidente
7. boa parte dos acidentes são causados por falha na manutenção da bicicleta
Se sua habilidade com a bicicleta não é boa e você tem que cruzar uma via muito perigosa ou cheia de obstáculos, cruze a pé, empurrando a bicicleta.
A relação com o motorista
1. quanto espaço ele precisa para frear?
2. para onde ele está olhando?
3. olho no olho do motorista ou pedestre
4. se não é possível ver o olho do motorista, olhe para as rodas dianteiras do carro
5. tente antecipar a reação do trânsito: olhe longe, pense adiantado
6. cuidado com portas de carro se abrindo
O que nunca se deve fazer
1. nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado
2. não pedale onde o motorista não o pode ver
3. nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos
4. nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus
5. não pedale muito próximo do meio fio
6. não fique olhando para trás, preocupe-se com o que vem pela frente
7. não use walk-man
Precauções
1. pedale de forma que seu comportamento transmita segurança aos outros
2. só olhe para trás quando for realmente necessário
3. em descidas fortes, evite deixar a bicicleta correr demais
4. cuidado com mudanças de piso e suas diferentes aderências
5. tampas de bueiro em aço ou sinalização pintada no solo quando molhadas escorregam muito
6. com chuva ou chão escorregadio diminua a velocidade
7. com chuva a visibilidade de todos fica prejudicada
8. esteja sempre com a marcha correta engatada. Antes de parar a bicicleta nos cruzamentos engate uma marcha que lhe permita arrancar rápido.
9. Respeite o pedestre, sempre
Para o motorista
1. faixas de rodagem são calculadas para a passagem de um veículo por vez
2. a maioria dos motoristas não pedala, portanto não sabe como a bicicleta se comporta em movimento
3. a diferença de velocidade entre uma bicicleta e um automóvel é grande e o tempo de reação do motorista é baixo
4. motoristas precisam prestar atenção em muita coisa ao mesmo tempo. A bicicleta é visualmente o menor dos veículos no trânsito, portanto o mais difícil de ser percebido
5. motoristas de qualquer veículo grande não tem uma boa visibilidade externa, portanto o ciclista deve guardar distância
6. um carro ou uma moto freiam mais rápido que uma bicicleta
7. a bicicleta desaparece no ângulo formado pela coluna de um carro
Para o pedestre e outros
1. pedestres tem prioridade sobre ciclistas. Lembre-se que você também é um pedestre. Respeite para ser respeitado
2. um pedestre pode mudar de direção de maneira muito brusca. Aproxime-se devagar, avisando sua chegada e passe guardando distância
3. patins e skates também mudam de direção muito rápido
4. cachorros e gatos tem reações inesperadas. Evite assustá-los
5. próximo a árvores pode haver raízes perigosas
Fonte: Escola de Bicicleta
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
O Nascimento de uma ideia.

O Clube Adventure Bike & Trekking nasceu da união de um grupo de amigos com uma paixão em comum: o MTB. Um grupo que conseguiu reunir adeptos do ciclismo nas suas mais variádas modalidades: Cross Country, Road, Cicloturismo, BMX, Downhill ou mesmo quem tem no ciclismo uma simples atividade de lazer ( recentemente, o Trekking também passou a fazer parte das atividades do CABT ). Reunindo pessoas de todas as faixas etérias, sexo, ciclistas profissionais ou não, o gurpo, além do esporte, visa também promover uma atividade social, mostrando as pessoas os benéficios que este tipo de atividade pode trazer à saúde, promovendo a integração entre as pessoas, melhorando o transito com menos véiculos automotores principalmente nas grandes cidades e ajudando também a diminuir os níveis de poluição nestes locais. Com uma população estimada em 258145 habitantes*, Volta Redonda, cidade onde estamos baseados, possui a segunda maior frota de automóveis do país, com um carro para cada 3 habitantes perdendo apenas para a cidade de São Paulo. Apesar de possuir uma grande malha viária, nossa cidade possui um transito cada vez mais pesado devido a este grande número de veículos e, como a cidade é cortada pela BR-393, temos adicionado a este trafego, aproximadamente cerca de 15 mil veículos. Quando o assunto é poluição do ar, para uma cidade que possui no seu coração a maior siderurgica da América Latina, um trafego dessa dimensão, agrava ainda mais a situação. Diante deste quadro, ganhou força no CABT uma ideia simples, de baixo custo e adotada em várias cidades, inclusive de primeiro mundo: o uso da bicicleta com alternativa de transporte. Através deste blog, pretendemos mostrar como isso é possivel e como pode ser implantado. Periódicamente, mostraremos aqui, exemplos de cidades que adotaram esta idéia, quais modificações de infrestrutura foram necessárias, normas e legislação, segurança para o ciclista e outros assuntos ligados à questão. Gostaríamos de lembrar que este é um espaço aberto à opinões e sugestões , desde que pertinentes ao assunto. Se você pensa como nós ou que adotar esta idéia, este é o seu espaço. Seja bem vindo e participe!!
* Fonte: IBGE.
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